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Saturday, August 27, 2011

The End of the Line


The End of the Line (O Fim da Linha)

Imagine um mundo sem peixes.

O Instituto Sea Shepherd Brasil em parceria com a GoodScreening.org e a Channel 4 BRITDOC Foundation, promove a exibição gratuita no Brasil do documentário intitulado "The End of the Line" (O Fim da Linha) dirigido por Rupert Murray.

The End of the Line, o primeiro filme-documentário revelando o impacto da sobre pesca nos nossos oceanos, teve sua estréia mundial no Festival de Cinema de Sundance na Competição de Documentários do Cinema Mundial, que ocorreu em Park City, Utah, 15-25 janeiro de 2009.

No filme vemos em primeira mão os efeitos globais do uso de peixes como alimento. Ele examina a iminente extinção do atum azul, provocada pela crescente demanda ocidental por sushi, o impacto na vida marinha, resultando em enorme superpopulação de águas-vivas, e as profundas implicações de um mundo futuro sem peixes que traria a fome em massa de uma grande parte da população global dependente diretamente da vida nos mares como fonte de renda.

ASSISTA O TRAILER: http://seashepherd.org.br/o-fim-da-linha/

QUANDO: 19 de setembro, 19:00, segunda-feira.

ONDE: CineBancários: Rua General Câmara, nº 424 - Centro Porto Alegre / RS CEP: 90010-230 - Fone (51) 3433-1204

* A sala Ambiente com ar climatizado; 81 poltronas; Dois lugares para cadeirantes; Projetor Multimídia com sistema Blue Ray; Projeção 35mm; Som Dolby Digital 5.1; Palco Multiuso.

FAÇA A DOAÇÃO SUGERIDA DE R$10,00, GARANTA SUA POLTRONA E AJUDE O INSTITUTO SEA SHEPHERD BRASIL A MANTER SUAS AÇÕES

Sunday, February 06, 2011

Manifesto contra Belo Monte

Peço licença para reproduzir o manifesto encontrado na página da Agapan (http://agapan.blogspot.com/), muito oportuno:

Manifesto contra a construção da megahidrelétrica de Belo Monte e em defesa do desenvolvimento sustentável para o Brasil

Excelentíssima Presidenta do Brasil

Srª Dilma Rousseff

As tragédias recentemente ocorridas no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em São Paulo, assim como as que em anos recentes assolaram Santa Catarina, entre outras, não podem ser vistas como acontecimentos que resultam exclusivamente de fenômenos naturais extremos. Pesquisadores de vários campos do conhecimento cada vez mais relacionam as mudanças climáticas globais com a ação humana. Durante a recente disputa eleitoral para a presidência, infelizmente, não se priorizou o debate sobre o modelo de desenvolvimento do país e suas regiões. Um modelo que se fundamenta em concepções ultrapassadas como a que concebe a natureza como uma dimensão inerte (morta) e fonte inesgotável de matéria-prima. Esta é uma representação empobrecida da natureza, que esconde a complexidade de um sistema onde interagem seres vivos, ambiente natural e a cultura produzida pela sociedade, e que não corresponde ao avanço do conhecimento e ao que aprendem os estudantes das boas universidades. A modernização das cidades brasileiras e das regiões do país tem adquirido feições predatórias que se sustentam nesta visão de natureza inesgotável, com capacidade ilimitada de recuperação e na pressuposição de que vale a pena priorizar o econômico e o lucro em todas as situações. As tragédias recentes mostram que: a ocupação humana em topos de morro e nas margens de rios e riachos, a falta de investimentos em tratamento de esgoto, o persistente desmatamento da Mata Atlântica (hoje com 7,91% da área original), a dificuldade do sistema educacional em criar comportamentos sustentáveis, a incapacidade dos governos locais em priorizar a qualificação dos técnicos em planejamento urbano e gestão ambiental e da defesa civil, e a falta de envolvimento de lideranças da comunidade na prevenção dessas ocorrências, resultam em um alto custo social. Como a tragédia provocada pela "guerra no trânsito" tem como um de seus causadores a escolha dos governos pela exclusividade do modelo rodoviário, a tragédia das mortes provocadas pelas enchentes e pelos deslizamentos também tem como uma de suas causas a ocupação do solo urbano, que desconsidera o que recomenda a legislação ambiental, a ciência do planejamento urbano e o Estatuto da Cidade. Os empreendedores da construção civil geralmente alegam a elevação dos custos econômicos e, os governos locais, a perda da capacidade de atração de investimentos, para burlar os mecanismos de controle e de segurança.

O processo de tomada de decisão para a construção da megahidroelétrica de Belo Monte utiliza a mesma metodologia que submete a sociedade à lógica dos ganhos econômicos privados, que socializa os custos e joga para o futuro os riscos sociais.

Acreditamos que a mudança do comportamento social, em relação ao meio ambiente que sustenta nossas vidas no planeta, passa pela mudança da prática dos governos e do setor empresarial, que devem incorporar no planejamento e na execução ações que minimizem os impactos negativos da modernização.

Para que a diretriz do Governo Dilma "4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável" se realize, sugerimos que a Secretaria de Assuntos Estratégicos apresente um Plano com Ações Sustentáveis, envolvendo órgãos como o Ministério das Cidades, o Ibama, Caixa Econômica Federal, BNDES, empresas privadas, ONGs e Movimentos Sociais. Propomos um PAC das Ações Sustentáveis que, como o Bolsa Família, sinalize para a sociedade que outro desenvolvimento é possível.

Coordenação do Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba - Porto Alegre - RS

Por favor veja o vídeo para ter mais informações, é muito importante ter conhecimento para poder opinar sobre o assunto:



Saturday, February 05, 2011

Amigo Glifosato


"O glifosato (N-(fosfonometil) glicina, C3H8NO5P) é um herbicida sistêmico não seletivo (mata qualquer tipo de planta) desenvolvido para matar ervas, principalmente perenes.
É o ingrediente principal do Roundup, herbicida da Monsanto. Muitas plantas culturais geneticamente modificadas são simplesmente modificações genéticas para resistir ao glifosato. A Monsanto vende sementes dessas plantas com o marca RR (Roundup Ready)."
 
"O glifosato (comercializado pela Monsanto com o nome de Roundup) é um herbicida de amplo espectro (mata tudo), muito utilizado na produção agrícola.
A soja transgênica é resistente a esse herbicida e nisso consiste a simplificação do manejo de "ervas daninhas" para o agricultor. Quando foi lançada no mercado a propaganda dizia que o glifosato era inócuo e biodegradável, portanto, inofensivo à saúde humana e ao meio ambiente.
Recentemente o Secretário do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sr. Amauri Dimarzio, repetiu essa afirmação. De acordo com informações científicas recentes, a realidade é outra. O resíduo de glifosato persiste no solo, na água e nos alimentos. Recentemente a Dinamarca restringiu o seu uso pois foram constatados resíduos em água subterrânea.
Na degradação do glifosato, um dos seus subprodutos – um metabólito – chamado AMPA é mais nocivo que o próprio glifosato e foi encontrado em carpas 90 dias após a aplicação do herbicida.
Os produtos à base de glifosato são altamente tóxicos para pessoas e animais. Entre os sintomas mais comuns citam-se irritação nos olhos e pele, dor de cabeça, náuseas, entorpecimento, elevação da pressão arterial, palpitações e alergias agudas e crônicas.
Estudos laboratoriais também detectaram efeitos adversos em todas as categorias de testes toxicológicos:

Efeitos reprodutivos

Um estudo em Ontario, Canadá, detectou que o uso de glifosato pelos pais acarretou aumento no número de abortos e nascimentos prematuros nas famílias rurais. Estudos laboratoriais também demonstraram inúmeros efeitos do glifosato sobre a reprodução. Redução dos espermatozóides em ratos; maior frequência de espermatozóides anormais e redução do peso fetal em coelhos. Mas recentemente, na Argentina, estudos indicaram que as pessoas expostas a agrotóxicos têm a quantidade de esperma abaixo do limite da fertilidade.

Carcinogenicidade

Maior freqüência de tumores no fígado de ratos e câncer de tiróide em ratas, tumores no pâncreas e fígado em ratos machos e do mesmo tipo de câncer da tiróide em fêmeas. Na Suécia, dois pesquisadores encontraram fortes indícios ligando exposição frequente ao glifosato com o linfoma No-Hodking, uma espécie de leucemia.

Mutagenicidade

Tanto o glifosato como os produtos à base de glifosato são mutagênicos – testes de laboratórios comprovaram alterações genéticas indesejáveis. Lesões em glândulas salivares, inflamações nas mucosas do estômago, danos genéticos (em células sanguíneas do corpo humano) e outros.

Um recente estudo na UNICAMP demonstrou que 61% das intoxicações com agrotóxico no Brasil, entre 1996 e 2000, são devidas a manipulações com glifosato."

Sunday, September 19, 2010

Remada Ipanema - Ponta da Alegria... Alegria???...


[Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]
Localização do percurso remado em um contexto amplo

[Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]
Ida e volta

[Trajeto e legandas sobre imagem do Google Earth]

Saída em Ipanema

Quando cheguei na praia de Ipanema, em Porto Alegre, avistei o caiaque do Germano se afastando para a direita. Já não estava mais ao alcance da voz. Havíamos combinado uma remada rápida saindo de Ipanema e teríamos dois destinos prováveis, a Ponta Grossa ou a Ilha das Pedras Brancas (antiga Ilha do Presídio).
Estacionei, retirei caiaques e tralhas e quando estava pronto para remar já não avistava mais o Germano. Imaginei que ele deveria estar seguindo para a ilha, já que era o rumo aproximado pelo qual ele havia seguido. A Ponta Grossa era para o lado contrário. Saí remando forte com a intenção de diminuir a distância, fazendo rumo direto para a ilha.


Passei "raspando" pela Pedra Redonda e ao largo da Ponta dos Cachimbos, sempre remando e procurando pelo caiaque amarelo do Germano. Imaginei que ele já deveria estar chegando na ilha. O dia estava bom, com vento suave vindo do Noroeste formando pequenas ondas.



[Trajeto e legenda sobre imagem do Google Earth]
Percurso de Ipanema à Ilha das Pedras Brancas

[Trajeto e legenda sobre imagem do Google Earth]
Percurso contornando parcialmente a ilha

Chegando à Ilha das Pedras Brancas diminuí o ritmo e contornei sua extremidade Sul, aproveitando para registrar algumas imagens das pedras e garças. No lado Oeste fica o local onde costumamos desembarcar - foi para lá que me dirigi em seguida.







Costumeiro local de desembarque no lado Oeste

No local de desembarque percebi que o nível do rio estava um pouco acima do normal, com a água chegando aos pés da escadaria de acesso. Junto com a água, muito lixo acumulado. Não havia nem sinal do Germano e nem de seu caiaque. Ele provavelmente seguira para outro local. Consultei o relógio - estava remando com horário de retorno agendado - e constatei que haveria tempo para esticar a remada. Já fazia algum tempo que eu queria me aproximar da Ponta da Alegria, em Guaíba.

[Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]
Da Ilha das Pedras Brancas à Ponta da Alegria

[Imagem capturada de vídeo]
Rumo às chaminés poluidoras de Guaíba

Apesar do simpático nome, a Ponta da Alegria no município de Guaíba é para mim o símbolo de um dos locais nefastos no belo rio Guaíba. As chaminés da fábrica de celulose - que resolvi chamar de "chaminés poluidoras de Guaíba" - lançando fumaça dia e noite servem para nos lembrar que a poluição e o descaso com o rio são constantes, 24 horas por dia, faça chuva ou faça sol. Certamente são apenas a ponta visível e ínfima desse enorme iceberg...

Chaminés poluidoras de Guaíba

[Trajeto sobre imagem do Google Earth]


[Trajeto sobre imagem do Google Earth]

Ao me aproximar da margem comecei a sentir calor. Remando em direção a um canal onde era lançada a emissão da indústria, imaginei que seria talvez por estar um pouco mais abrigado do vento, mas mesmo assim comecei a desconfiar que estava anormalmente quente. Quando encostei acidentalmente a mão na água, foi como se tivesse levado um choque. A água do rio estava quente!!! Eu estava provavelmente a uns 20 ou 25 metros de onde saía a "água" e a temperatura estava equivalente a um bom banho quente de chuveiro. Tratei de me afastar logo dali, imaginando que quanto mais perto da indústria, mais quente estaria a água (pois onde eu me encontrava essa emissão já havia se misturado um pouco à água do rio). Fiquei intrigado com isso, imaginando que provavelmente deveria haver algum critério a ser obedecido com relação à temperatura de emissão de efluentes no rio... Se algum leitor desse blog tiver conhecimento sobre isso, por favor comunique-se pelo e-mail leo_esch@yahoo.com ou deixe seu comentário ao final da postagem - obrigado!

[Imagem capturada de vídeo]
Um pouco à esquerda da proa do caiaque, o local de emissão da "água" (?) quente

[Trajeto sobre imagem do Google Earth]

Após essa rápida visita à Ponta da Alegria (que infelizmente não nos transmite esse sentimento), virei a proa na direção à margem oposta e iniciei o retorno. Com o auxílio do gps e da bússola do caiaque tracei rumo direto para Ipanema.

[Montagem com fotografias]
[Por favor clique na imagem para ampliá-la]
Vista da Ponta da Alegria para Porto Alegre, no outro lado do rio.

[Imagem capturada de vídeo]
Passando pelo canal de navegação rumo a Ipanema



[Trajeto e legenda sobre imagem do Google Earth]
Volta para Ipanema

[Trajeto e legenda sobre imagem do Google Earth]
Volta para Ipanema

Na região do canal de navegação as ondas estavam um pouco maiores e dificultavam a manutenção do rumo, exigindo contante correção durante a remada. Ao me aproximar da margem a ondulação foi diminuindo e consegui tirar algumas fotografias. Mesmo procurando, nem sinal do Germano.

Contorno inconfundível da Ponta Grossa ao Sul

Chegando em Ipanema

Fim de remada

Ao chegar em Ipanema, pouco antes do horário previsto, tirei a tradicional fotografia de "fim de remada" e guardei as tralhas. Quando estava guardando o caiaque vi Germano se aproximando, mas pelo Sul! Fiquei curioso para saber por onde havia remado, já que quando cheguei enxerguei ele saindo para o Norte!

Germano chegando em Ipanema


Germano e a Ponta Grossa ao fundo

Germano havia saído para remar em direção ao clube Jangadeiros e, como seguia próximo da margem, eu não o havia avistado quando seguia em direção à Ilha das Pedras Brancas. Ele tampouco me vira. Fez meia volta, seguiu em direção à Ponta Grossa e depois à Ponta da Serraria, por isso chegava em Ipanema vindo do Sul! Conversamos rapidamente sobre as nossas remadas e ainda falei, brincando, que era a primeira vez que eu remava "solo em dupla"...! Foi uma remada rápida, mas nem por isso desinteressante. Para ver a remada do Germano, por favor clique no link "Caiaques & Tralhas" ao lado.

Curiosa embarcação


Informações fornecidas pelo gps:

Distância percorrida: 15,89 km;
Tempo remado: 2 h 10 min;
Velocidade média: 7,3 km/h;
Velocidade máxima: 9,7 km/h;
Tempo parado: 8 min 54 s;
Média geral: 6,8 km/h.

Tuesday, July 13, 2010

Megamina na Argentina

Megamina na Argentina causa megapoluição aos recurso hídricos. O vídeo foi proibido de ser veiculado na televisão.


Por favor assista o vídeo e chegue às suas próprias conclusões.


"El agua y la vida no se negocia"