Wednesday, October 27, 2010

Remada pelas ilhas do Jacuí

 [Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]
Percurso da remada pelas ilhas do rio Jacuí

Germano sugeriu uma remada no "quintal de casa" - uma alusão ao local onde tem ido remar com mais frequência, por ser relativamente perto de sua casa, em Canoas. Lá fomos nós para a prainha em Morretes, no rio Caí, perto da foz, onde suas águas se misturam com as águas do rio Jacuí.
Aproveitei a remada para testar um novo suporte para a pequena filmadora. Com três cabinhos fixei uma haste de alumínio que deveria servir como "monopé" para a máquina.
 [Fotografia de Tiane]
Instalando o suporte da pequena filmadora com o auxílio do Germano

 [Imagem capturada de vídeo]
Este é ponto de vista da filmadora sobre o mastro

Início da remada - ponto de vista do remador

Fragmento de vídeo no momento da queda

A primeira versão do novo suporte para a filmadora não durou muito. A oscilação do caiaque durante a remada fez com que a base da haste se movimentasse e tudo veio abaixo.

Subindo o rio Jacuí

Descemos o pequeno percurso pelo rio Caí e entramos no Jacuí, passando a remar contra a correnteza. Costeamos a Ilha do Lino e seguimos perto da margem esquerda do rio em direção ao canal artificial escavado rumo ao polo petroquímico de Triunfo.


Passeio de final de semana

Chegando ao canal do terminal Santa Clara (polo petroquímico)
À esquerda, sinalização do canal; bem ao fundo, indústrias do polo.

Sinalização náutica

Bem ao longe, as indústrias do polo petroquímico.

Chegando na pequena praia

Logo após a travessia do canal, Germano sugeriu que parássemos em uma pequena praia. Nas proximidades ele havia plantado uma muda de pitangueira e gostaria de conferir como estava.

Gavião

Pequena praia onde paramos

Germano com uma muda de árvore para plantar

Pausa

[Imagem capturada de vídeo]
Ponto de vista da filmadora deslocada para as proximidades da proa

Aproveitei a pausa para modificar a posição da filmadora, colocando-a nas proximidades da proa do caiaque e voltada para trás.



Ao passar pela Ilha do Cravo enxerguei um veleiro saindo do canal entre essa ilha e a ilha Cabeçuda. Atravessei o rio para chegar perto e constatei que era um 22 pés. No canal entre as duas ilhas mais dois veleiros estavam atracados na margem, com as proas enfiadas na mata.

No canal entre as ilhas do Cravo e Cabeçuda havia dois veleiros

De volta para a margem, passamos pelos resquícios de uma embarcação naufragada.
Embarcação naufragada apodrecendo na margem do rio Jacuí


Seguindo para a Ilha do Siqueira

Tarrã



Pensei que nessa época do ano, já com a chegada do calor, encontraríamos muitas tartarugas tomando sol, mas me enganei. Enxergamos apenas algumas aves nas margens. Remamos até a Ilha do Siqueira, onde paramos para o almoço e onde Germano plantou sua muda de pitangueira.

Parada para o almoço


Cozinha montada

Mestre Cuca Germano

Mmmmmm...!

Depois do almoço, hora de fotografar...






Visita de dois pescadores

Após a parada deixamos a Ilha do Siqueira e retornamos para o pequeno canal entre a ilha e a margem em direção à Ilha da Ponta Rasa, um pouco adiante rio acima.
Retomando a remada




Contornando a ponta da Ilha da Ponta Rasa

Depois de remarmos por toda a extensão da Ilha da Ponta Rasa, contornamos sua extremidade oeste e atravessamos o rio Jacuí em direção à ilha Leopoldina, onde Germano pretendia visitar mais uma das mudas de pitangueira plantadas.
Seguindo para a ilha Leopoldina

Contornando a ponta da ilha Leopoldina - ao fundo, água agitada pelo vento.

Ao contornarmos a extremidade da ilha Leopoldina passamos a remar a favor da correnteza e expostos ao vento do quadrante Sul, que antes era bloqueado pelas ilhas.
Descendo o rio Jacuí



Rumo à Ilha da Alegria

Biguás

Gavião

Pausa para descanso, ainda com sol.

Descendo o rio Jacuí, passamos pelas ilhas Leopoldina, da Alegria, Cabeçuda e do Cravo. Quanto mais descíamos, mais sentíamos o efeito do vento, pelo alargamento do rio.
[Imagem capturada de vídeo]

[Imagem capturada de vídeo]

[Imagem capturada de vídeo]

Adiante da Ilha do Cravo o rio Jacuí divide-se em dois braços principais, formando o Delta do Jacuí. Quando passamos por um desses braços encontramos algumas ondas, que felizmente só causavam alguns respingos. Pouco depois de passarmos novamente ao lado da Ilha do Lino retornávamos ao rio Caí, voltando para o ponto de partida debaixo de algumas bonitas nuvens escuras.


De volta ao ponto de partida

Contentes com mais uma bela remada

Informações disponibilizadas pelo gps:

Distância remada: 29,25 km;
Tempo de remada: 4 h 59 min;
Velocidade média: 5,9 km/h;
Velocidade máxima: 9,3 km/h;
Tempo parado: 2 h 34 min;
Velocidade média geral: 3,9 km/h.

[Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]

[Trajeto sobre imagem do Google Earth]

[Trajeto e legendas sobre imagem do Google Earth]

Saturday, October 16, 2010

Rondinha e lagoa Itapeva

[Fotografia: Walter Hasenack]
Felicidade

É chegado o tempo de colocar os barcos na água. Os veleirinhos Pinguim (Tonto) e Laser, que há muito não viam água, foram para a Lagoa Itapeva, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Tonto estava guardado em Rondinha, desmontado. Foi preciso relembrar onde colocar cada coisa, por onde passavam os cabos...
[Fotografia: Tiane]
Montagem do Pinguim em Rondinha

Para não correr o risco de esquecer algo, montei o pequeno veleiro de madeira ainda em Rondinha, na grama. Fazia muito tempo que não mexia nas tralhas de vela, de modo que alterei algumas vezes o posicionamento dos cabos até encontrar um funcionamento satisfatório... Desde que adquiri o Pinguim nunca encontrei informações a respeito da maneira "certa" de equipar o barquinho, pois é um modelo muito antigo (Phillip Rhodes, 1939). Devem existir poucos navegando por aí, ainda mais com mastro e retranca em madeira.
[Fotografia: Tiane]

[Fotografia: Tiane]
Seguindo para a lagoa Itapeva
[Fotografia: Tiane]
A lagoa Itapeva com sua moldura ao fundo

Chegando na lagoa, tive ajuda do pai para colocar o Pinguim perto da água e montá-lo. Walter tratava de montar o Hobie Cat.

[Fotografia: Tiane]
Montando os barcos
[Fotografia: Tiane]
Quase prontos para velejar
[Fotografia: Tiane]
Pinguim velejando
[Fotografia: Tiane]
Hobie Cat velejando
[Fotografia: Tiane]

Velejando de Pinguim

[Fotografia: Tiane]
Beatriz e Egon remando
[Fotografia: Tiane]

[Fotografia: Tiane]
O pai remou pela primeira vez no oceânico ilegal!
Tiane, faceira, remando o "tamanco holandês" do meu pai.

Walter e Egon entre o Itapeva II, Tonto, ilegal! e o Quindim Precioso


A luz ideal para fotografar apareceu em poucas ocasiões

[Fotografia: Walter Hasenack]

[Fotografia: Walter Hasenack]

[Fotografia: Walter Hasenack]

Além de velejar e remar na lagoa Itapeva, aproveitamos a estadia no litoral para caminhar até o arroio Caniço, entre Rondinha Nova e São Pedro:



Ilmar, Betina, Egon, Sonja e Tiane.

No dia seguinte voltamos para mais uma sessão náutica na lagoa Itapeva:

[Fotografia: Tiane]
Velejando de Pinguim


Tiane conhecendo o Laser

[Vídeo: Tiane]
Velejando de Laser

 [Fotografia: Walter Hasenack]
Brincando de equilibrista no Laser

 Final de tarde na Itapeva


 [Fotografia: Tiane]

[Fotografia: Tiane]
 O pai, sempre muito solícito, fez duas viagens para levar os barquinhos de volta para Rondinha.

 [Fotografia: Tiane]
 A mãe, o pai, o Godofredo e a Filomena.

[Fotografia: Tiane]